30 de novembro de 2008

Quando a morte se torne vida

1.3 Então o que vamos fazer? Continuar a pecar para que Deus possa manter o perdão? Espero que não mesmo! Se nós tivermos deixado o país onde o pecado é soberano, como é possível que ainda vivamos na nossa velha casa ali? Ou não se aperceberam que o embalamos e o deixamos lá para o bem? Foi o que aconteceu no batismo. Quando fomos para debaixo da água, deixamos o antigo país de pecado para trás; quando emergimos da água, entramos no novo país da graça, uma nova vida numa nova terra!

3.5 É isso que o batismo na vida de Jesus significa. Quando somos abaixados para a água, é como o sepultamento de Jesus, quando somos elevados para fora da água, é como a ressurreição de Jesus. Cada um de nós é elevado a um mundo cheio de luz pelo nosso Pai, a fim de podermos ver onde estamos indo em nosso novo país de graça soberana.

6.11 Poderia ser mais claro? O nosso velho modo de vida foi pregado na cruz com Cristo, um decisivo fim para uma vida de miserável de pecado -- não mais em cada aceno e chamada do pecado! O que cremos é isto: Se fomos incluídos na morte de Cristo que derrotou o pecado, também somos incluídos na sua ressurreição salvadora de vida. Sabemos que quando Jesus foi ressuscitado dos mortos foi um sinal do fim da morte como um fim. Nunca mais a morte tera a última palavra. Quando Jesus morreu, ele levou o pecado para baixo com ele, mas vivo ele traz Deus abaixo para nós. A partir de agora, pense nas coisas desta maneira: o pecado fala uma língua morta que não significa nada para você; Deus fala a sua língua materna, e você se pendura em cada palavra. Vocês estão mortos para o pecado e vivos para Deus. É isso o que Jesus fez.

12.14 Isso significa que você não deve dar um voto ao pecado na forma como você conduz a sua vida. Não dê a ele o tempo do dia. Nem sequer leve pequenos recados têm ligação com aquele velho estilo de vida. Lance-se de todo o coração e em tempo integral, lembre-se, você foi ressuscitado dos mortos! - no modo de Deus de fazer as coisas. O pecado não posso te dizer como viver. Afinal, você não está vivendo mais sob a velha tirania. Você está vivendo na liberdade de Deus.

- Tradução livre de Romanos 6 na paráfrase de Eugene Peterson, The Message. Um exemplar dessa maravilhosa mensagem chegou a minhas mãos. É maravilhoso compartilhar da leitura que Peterson faz desse tratado de Paulo chamado aos Romanos

- Abaixo o texto na Nova Versão Internacional.

- Leia também: Graças a Deus por nossas Bíblias - Apesar das Escrituras virem em muitos estilos hoje em dia, podemos ainda confiar nessas traduções para nos dar a Palavra de Deus. - Por J. I. Packer

Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente?De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele? Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova.

Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Pois sabemos que, tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo não pode morrer outra vez: a morte não tem mais domínio sobre ele.

Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos. Pois sabemos que, tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo não pode morrer outra vez: a morte não tem mais domínio sobre ele. Porque morrendo, ele morreu para o pecado uma vez por todas; mas vivendo, vive para Deus.

Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Portanto, não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais, fazendo que vocês obedeçam aos seus desejos. Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros do corpo de vocês a ele, como instrumentos de justiça. Pois o pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da Lei, mas debaixo da graça.


29 de novembro de 2008

Um Recurso ao Meu Passado

Existe uma funesta espécie de fatalismo que se apóia num mundo que acredita (como deve acreditar o mundo pagão) que não há recurso ao passado. Segundo essa maneira de pensar, o passado está fortemente ligado ao futuro. (...)

E compreendi quanta dor e quão profunda angústia psicológica o medo de haver tomado o caminho errado pode causar a muita pessoas -- especialmente, quem sabe, [àqueles] que têm forte senso de dever.

Às vezes a dor tem menor relação com a escolha vocacional do que com um pecado cometido, o que se vê então como a irrevogável negação de um lugar especial no plano de Deus para nossa vida.

O evangelho trata desse dilema, desa ansiedade muito humana, de um modo importante. Bem entendido, ele afasta o sentimento cristão da noção pagã sobre a tirania do passado. Porque agora, visto à luz da ressurreição, o passado não determina inteiramente o futuro, muito pelo contrário. O futuro colore e modela o presente, e até invade o passado. (...)

A relação do cristão com o futuro sofreu mudança e agora é outra, não porque conhecemos o futuro -- o que seria uma tentativa de, a partir do presente, exercer controle sobre o futuro -- mas, sim, porque sabemos que Deus estará lá. Não sabemos o que haverá no futuro, mas sabemos quem estará no futuro. E essa diferença é profunda.

Os que sabem que Jesus ressuscitou dentre os mortos descobriram o futuro de uma nova maneira porque se lembram do poder de Deus sobre o passado morto. Eles poderão ficar surpresos; mas não serão apanhados de surpresa. Nem o passado nem o presente os farão temer o futuro (...)

27 de novembro de 2008

Só Pra Dizer - Vila do Louvor



O ministério da Vila do Louvor tem treinado jovens para a adoração, evangelização e o uso das artes à serviço do reino de Deus. Com sede em Piratininga (SP) e ligado à JOCUM, tem treinado e mentoreado artistas cristãos. Confira este trabalho produzido por Beto Tavares e Wilian Olivaldo e produção musical de Raphael Costa, com a participação do Quintal do Louvor (obreiros e alunos da Villa). O título do CD é “Só Prá Dizer“.
#163 - Só Pra Dizer - Vila do Louvor [28:47m]: Ocultar Player | Executar num Popup | Download

Conheça o programa Sons do Coração

Hakani



Documentário conta a história da indiazinha condenada à morte por sua gente e salva por missionários evangélicos.



O drama da pequena Hakani, indiazinha da etnia suruwahá condenada à morte por um rito tribal e salva por missionários evangélicos, bem que daria um filme. E deu – Hakani, documentário do diretor e produtor americano David L.Cunningham, tem emocionado as platéias desde que foi lançado, em Agosto.

O filme, com 36 minutos de duração, foi rodado numa reserva indígena de Rondônia com a participação de representantes de dez diferentes povos nativos e tem elevada carga de dramaticidade. O infanticídio, praticado por cerca de 20 etnias indígenas brasileiras, inclusive os suruwahá, é o pano de fundo da obra. Parte importante do documentário é o depoimento de vários índios condenando o sacrifício ritual de crianças com deficiências físicas ou doenças congênitas – caso de Hakani, que nasceu com hipotireodismo. A cena em que a criança é enterrada viva impressiona pela autenticidade – mas o espectador pode ficar tranqüilo, porque a terra que cobre o rosto da criança que interpreta Hakani é, na verdade, bolo de chocolate esfarelado.


O casal de missionários Edson e Márcia Suzuki, então, entram em cena. Ligado à agência Missionária Jovens com Uma Missão (Jocum), eles já desenvolviam há anos um trabalho de cunho social e lingüístico entre os suruwahá. A pedido da mãe de Hakani, eles retiraram a criança da aldeia, levando-a para tratamento médico em São Paulo. A menina recuperou-se, mas o preço que o casal pagou foi alto. Eles chegaram a ser processados pelo Ministério Público Federal, com o beneplácito da Funai, sob acusação de “crime contra a cultura indígena” (clique aqui para ler a matéria). O filme, que pode ser visto na íntegra na internet (www.hakani.org), tem sido usado como ferramenta por grupos que combatem práticas culturais que atentem contra a vida, como prevê um projeto de Lei que tramita no Congresso Nacional.


(Publicado originalmente na revista Cristianismo Hoje, n. 6)


Fonte: Blog dos Editores




+ Mais: O Infanticídio Indígena

+ Crédito da Imagem: Solomon

+ Assista o documentário.

25 de novembro de 2008

Há Um Despertar

Vinícius Pimentel edita o blog Voltemos ao Evangelho. Foi ele quem me apresentouPaul Washer. Recentemente o Vinícius começou a postar a tradução de uma mensagem de Washer "pregada na quarta-feira, 22 de Outubro de 2008, na Conferência sobre Avivamento, em Atlanta, Geórgia". Ele enumera 10 acusaçõescontra o moderno sistema de igreja na América. 

Na introdução de seu sermão, Paul Washer declara:

"há um grande despertar em curso neste país e não só neste país, mas na Europa onde tenho ido e na América do Sul e em muitos outros lugares estou vendo jovens voltando para a rocha a partir da qual fomos cortados. Eles estão lendo Spurgeon e Whitefield. Eles ainda estão ouvindo Ravenhill e Martin Lloyd-Jones e Tozer e Wesley. É um grande, enorme movimento, mesmo que a mídia popular e o cristianismo de hoje ainda não tenham descoberto o que está acontecendo. Eu quero que você saiba que eu nunca teria sonhado há 15 anos que eu veria odespertar que estou vendo. E não é por causa do meu ministério. Mas eu vou para lugares diferentes e vejo o que Deus está fazendo sem que nenhum dos nossos ministérios.
. . Quer sejam mil moços, 
na Holanda, declarando "As coisas têm que mudar", clamando a noite toda em oração pelo poder de Deus e pela verdade da Escritura. Ou na América do Sul, reconhecendo que eles foram muito influenciados pela psicologia e todo tipo de técnicas superficiais provenientes da América no que diz respeito ao evangelismo e, agora, em lágrimas e quebrantados estão voltando e evangelizando suas igrejas. Ou as cidades do interior dos Estados Unidos onde eu tenho sentado, por vezes, até duas, três horas da manhã discutindo teologia com jovens afro-americanos da periferia, a quem Deus vai levantar para pregar mais do que ninguém nunca vai ser capaz de imaginar neste dia. 

. . 
Há um despertar.
. . E vou dizer-lhe isto com ternura. A maioria dos homens com mais de 40 anos não tem sequer uma pista sobre isso. Muitos dos jovens que estão voltando aos velhos homens e às velhas pregações e à verdade que tem trazido despertarinúmeras vezes neste mundo, a maioria desses jovens são muito jovens. E eles vão para seus pastores, eles vão para os seus dirigentes e dizem: "Olhe para isto, o que temos descoberto. Olha o que aconteceu no País de Gales. Olha o que aconteceu na África. Olhe para este e olhe para este e olhar para este ensino. É absolutamente incrível." E a maioria deles irá desprezá-los ou irá dizer, "Isto não é nada diferente do que eu tenho pregado em 25 anos," quando, na verdade, é completamente diferente do que eles têm pregado em 25 anos."



Creio que Vinícius é um exemplo desses jovens que estão despertando para compartilhar o encanto de uma jornada bem fundamentada no Caminho da verdadeira Vida: a Verdade.

Preciso aprender no diálogo com companheiros de jornada que tenham essa visão.

Acompanhe as divisões da pregação de Washer através das seguintes postagens:

Divisões:
Oração e Introdução
Primeira acusação: Uma negação prática da suficiência das Escrituras
Segunda acusação: Um desconhecimento de Deus
Terceira acusação: Uma falha ao falar da depravação do homem
Quarta acusação: Uma ignorância do Evangelho de Jesus Cristo
Quinta acusação: Um desconhecimento da doutrina da regeneração
Sexta acusação: Um apelo não-bíblico.
Sétima acusação: Uma ignorância sobre a natureza da Igreja.
Oitava acusação: Uma falta de disciplina eclesiástica amorosa e de compassiva.
Nona acusação: Um silêncio sobre santificação.
Décima acusação: Uma substituição do que as Escrituras dizem a respeito à família pelo que a Psicologia e a Sociologia dizem.