2 de abril de 2010

A Ressurreição de Cristo

Embora haja intensa resistência na mente secular para a realidade da Ressurreição de Cristo, uma resistência que coloca essa mente em juízo, os fatos do caso são recalcitrantes. Eles foram examinados vez após vez por cristãos e outros no período moderno desde Willian Paley até Willian Lane Craig.

Depois de passar por todas as maneiras diferentes de pensar sobre os vários aspectos das histórias de ressureição, o teólogo anglicano N. T. Wright conclui que os historiadores honestos e meticulosos precisam dizer que realmente havia um túmulo onde o corpo de Jesus foi colocado, mas depois houve uma tumba sem corpo nela, e realmente havia encontos entre Jesus e seus primeiros amigos. Como, pergunta ele, esses dois fatos são explicados? E Ele responde:

A explicação mais fácil é que isso tudo aconteceu porque Jesus realmente se ergueu dos mortos, e os discípulos realmente o viram, embora com corpo renovado e transformado, de modo que agora parecia que ele podia viver em duas dimensões ao mesmo tempo.  Essa, na verdade, talvez seja a melhor maneira de compreendermos o fenômeno: Jesus agora estava vivendo na dimensão de Deus e na nossa, ou, se preferirem, no céu e na terra, simultaneamente.  A ressurreição de Jesus nos dá suficiente explicação para o túmulo vazio e seus encontros com os discípulos. Tendo examinado todas as outras possíveis hipóteses que li a respeito do assunto, essa explicação, além de suficiente, é também necessária¹.















Dallas Willard, Knowing Christ Today, p. 135-136
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1. A auto-revelação de Deus na história humana: diálogo com N. T. Wright sobre Jesus, em Anthony Flew: Um ateu garante: Deus Existe, Apêndice B.

E abaixo, trecho de um debate entre Willian Lane Craig e Christopher Hitchens, ocorrido em abril de 2009.