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24 de janeiro de 2011

Tim Keller: O Evangelho e o Pobre.



Tim Keller: The Gospel and the Poor: A Case for Compassion from Here's Life Inner City on Vimeo.


O EVANGELHO E OS POBRES.

Dr. Timothy Keller

Nosso compromisso individual e corporativo com o Evangelho deve motivar a ministrar para o pobre e o marginalizado que estão pertos.

1. O papel do Evangelho no ministério para o pobre.

Ser compromissado com a primazia do evangelho significa primeiro, que o evangelho deve ser proclamado. Muitos, hoje em dia, denigram a importância disto, ao invés, insistem que a única verdadeira apologética é uma comunidade amorosa. Pessoas não podem ser persuadidas pelo Reino, eles dizem que elas só podem ser amadas. Não obstante a comunidade cristã ser uma testemunha fundamental e poderosa para a verdade do evangelho, ela não pode substituir a pregação e proclamação. Segundo, o primado do evangelho significa que o evangelho é base e mola propulsora para a prática cristã, individualmente ou coletivamente, dentro da igreja ou fora dela. O ministério do evangelho não é apenas a proclamação para as pessoas para que elas o aceitem e creiam; são também ensino e pastoreio dos crentes para que então suas vidas sejam moldadas. Um das coisas mais proeminentes que o evangelho afeta é nosso relacionamento com o pobre.

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http://allenvaz.blogspot.com/2010/04/tim-keller-o-evangelho-e-o-pobre.html

Entrevista no Facebook:
http://www.facebook.com/video/video.php?v=569493383776

15 de julho de 2010

A Base Verdadeira da Democracia - C. S. Lewis

EU ACREDITO na igualdade política. Porém, há duas razões opostas para alguém ser um democrata. Por um lado, você pode pensar que todos os homens são tão bons que merecem um lugar no governo da comunidade, e tão sábios que a comunidade necessita do seu conselho. Essa é, na minha opinião, a doutrina falsa e romântica do governo democrático. Por outro lado, você pode achar que o homem decaído é tão mau que nenhum homem merece confiança suficiente para exercer qualquer poder sobre os seus companheiros.

Acredito que essa seja a base verdadeira da democracia. Não acredito que Deus tenha criado um mundo igualitário. Acredito que a autoridade do pai sobre o filho, do marido sobre a esposa, do mais culto sobre o menos instruído é tão parte do plano original quanto a autoridade do homem sobre os animais. Creio que, se não tivéssemos caído, [...] a monarquia patriarcal seria a única forma de governo justa. Mas, como aprendemos a pecar, descobrimos como o Lorde Acton diz, que "todo poder corrompe e o poder absoluto corrompe de forma absoluta". O único remédio tem sido abolir os poderes e substituí-los por uma ficção legal de igualdade. A autoridade do pai e do marido foi corretamente abolida no plano legal, não porque ela é má em si mesma (pelo contrário, trata-se, creio, de algo divino na origem), mas por causa da maldade dos pais e dos maridos. A teocracia foi corretamente abolida, não porque a autoridade dos padres sobre os leigos é ruim, mas porque os padres são pessoas tão más quanto todos nós. Até mesmo a autoridade do homem sobre os animais teve de ser restringida, porque ela é constantemente abusiva.


A igualdade é para mim o mesmo que as roupas. Resulta da queda e é o remédio para ela. Qualquer tentativa de retroceder nos passos que demos até chegar ao igualitarismo e de reintroduzir as velhas autoridades no âmbito político é para mim tão tola quanto seria o ato de tirarmos toda a roupa. Tanto os nazistas quanto os nudistas cometem o mesmo erro. Porém, é o nosso corpo nu que continua existindo debaixo das nossas roupas. É o mundo hierárquico, ainda vivo (muito apropriadamente) escondido por trás da fachada de uma cidadania igualitária, que é a nossa preocupação real.

Por favor, não me entenda mal. Não estou reduzindo o valor dessa ficção igualitária, que é a nossa única defesa contra a crueldade mútua. Devo reprovar qualquer proposta de abolir o voto universal, ou o Married Women’s Property Act. Porém, a função da igualdade é puramente preventiva. Trata-se de medicina, não de alimento. Ao tratarmos os seres humanos (numa oposição prudente dos fatos observados) como se fossem todos do mesmo tipo, evitamos inúmeros males. No entanto, não fomos criados para viver com base nisso.


C. S. Lewis –
The Weight of Glory
(Peso de Glória)

31 de janeiro de 2010

Não Há Futuro Sem Perdão

*****



Hoje assisti ao excelente Invictus, novo filme de Clint Eastwood, um mergulho na história recente da África do Sul e aborda valores como a redenção, a superação e o perdão.


Baseado no livro "O triunfo de Mandela", de John Carlin (no Brasil há o título "Conquistando o Inimigo"), Invictus conta a história real da seleção Sul Africana de rugby, os Springboks, que, como verdadeiros azarões, conquistaram em 1995 o título mundial disputado em casa. O feito é só o pano de fundo para mostrar os primeiros anos de Mandela na presidência de um país ainda dividido pela cor da pele e disputas políticas criadas pelo apartheid.


"Mandela soube ultrapassar os medos de parte a parte, convencer brancos e negros a reconciliar-se e liderar, em conjunto com personalidades como Desmond Tutu, um processo de reconciliação com um balanço adequado com a justiça."
O ex-presidente Nelson Mandela (metodista) e o Arcebispo Desmond Tutu (anglicano) são dois vencedores do Nobel da Paz que residiram na mesma rua: a rua Vilakazi, em Soweto, Joanesburgo. É nessa capital onde se realizarão os primeiros jogos do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul 2010.

O texto abaixo aborda o assunto do perdão na África do Sul pós apartheid, mostrando o papel desempenhado pelo bispo Desmond Tutu:

O mundo sabe -- embora às vezes finja desconhecer -- o que Desmond Tutu tem feito na África do Sul por meio da Comissão da Verdade e da Reconciliação. Não hesito em declarar que o simples fato de essa Comissão existir e, além disso, fazer o que tem feito, é o mais extraordinário sinal do poder do evangelho cristão que já presenciei em todo o mundo. Basta pensar um pouco em como era inimaginável que isso acontecesse há 25 anos, ou ainda é inimaginável que algo do tipo aconteça em Beirute, em Belfast ou em Jerusalém, para ver que algo verdadeiramente notável tem acontecido e devemos dar graças a Deus, em temor e tremor. Apesar de a maioria dos jornalistas ocidentais não terem dado muita atenção a isso, o fato de as forças de segurança de brancos e as guerrilhas de negros confessarem em público seus crimes violentos e horripilantes é, por si só, um fenômeno impressionante. Como consequência das confissões, as famílias de torturados e mortos puderam, pela primeira vez, iniciar o processo de luto e, com isso, pelo menos contemplar a possibilidade de um dia conseguirem perdoar e prosseguir com a vida em vez de ficarem prostradas sob o peso contínuo da ira e do ódio. O projeto inteiro aponta para uma forma de humanidade diferente das versões subcristãs oferecidas na maior parte do mundo ocidental. Ele funciona como uma indicação para a resposta ao problema do mal, ou pelo menos como uma "resposta" disponível a nós na era presente.

N. T. Wright, O Mal e a Justiça de Deus, Ed. Ultimato, 2009, pp. 119-120


+ Até onde se pode perdoar - Filme de Clint Eastwood cai como uma luva no debate atual no Brasil sobre torturas e assassinatos durante o regime militar.











+ Entenda a polêmica sobre a Comissão Nacional da Verdade, para investigar abusos cometidos durante o regime militar brasileiro. 

15 de janeiro de 2010

A Tarefa de Impedir o Caos




Lemos nesse momento notícias sobre o Haiti, de que "tragédia deixou país sem governo", e também de relatos, como no blog de pesquisadores da Unicamp no Haiti, de que "os haitianos estão se virando como sempre" enquanto a ajuda não chega.




Refletindo sobre esses acontecimentos, transcrevo abaixo uma passagem de uma reflexão de Tom Wright acerca do tema "Política e Império" como uma das tarefas intermediárias a que os cristãos devem se dedicar no sentido de colocar em prática, com base na vitória de Jesus Cristo em sua morte e ressurreição, o início, os sinais prévios do novo mundo que somos chamados a imaginar:

Um dos fatos mais assustadores da calamidade ocorrida em Nova Orleans em agosto de 2005 foi a ausência, durante alguns dias, de toda lei e ordem. É o caos que novamente surge quando a força é a única lei e os fracos são o alvo fácil. Deus abomina esse tipo de situação, em qualquer nível, e chama as autoridades humanas para impedirem que isso aconteça (...)


O cristão tem a obrigação de honrar a autoridade governante, qualquer que seja ela, e de trabalhar constantemente para lembrar a essa autoridade da tarefa que Deus lhe confiou e encorajá-la a desempenhar bem sua função. Essa tarefa principal é fazer justiça, exercitar o amor misericordioso e garantir que os fracos e vulneráveis recebam todo cuidado necessário. Assistência médica (uma das maiores inovações introduzidas pelos primeiros cristãos foi cuidar dos enfermos, inclusive dos que não eram cristãos nem parentes de cristãos), educação, trabalho em favor dos pobres -- esses sinais de que Jesus é Senhor e de que os poderes do mundo são seus servos.

N. T. Wright, O Mal e a Justiça de Deus, Ultimato.

27 de maio de 2009

Metodistas Salvam Almas nos Subterrâneos



No bairro da Liberdade, uma porta aberta para dentro de um viaduto se transformou numa saída, numa chance para quem não tem mais nada.

O Jornal Nacional está apresentando, nesta semana, uma série de reportagens sobre o trabalho social de igrejas evangélicas que atuam no Brasil.

Missionários traduzem a Bíblia para índios no MS

Série Os Evangélicos

7 de maio de 2009

4 anos: Muito Rápido


MUITO
tempo
que passou
RÁPIDO.

Um abraço a todos os colegas do Tribunal.
Fé em Deus pé na tábua!

23 de março de 2009

Doando Livros

IDDD promove campanha para montar bibliotecas

O Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) lançou uma campanha de arrecadação de livros para estimular a formação de acervos bibliográficos. As obras serão utilizadas por detentos e funcionários públicos de estabelecimentos prisionais e casas de custódia do Estado de São Paulo.

De acordo com a coordenadora geral do Instituto, Luciana Zaffalon, e o diretor Fábio Tofic, que coordenam o projeto, serão incluídas as penitenciárias, hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico, bem como as cadeias públicas e centros de detenção provisória de São Paulo.

“Nosso objetivo é viabilizar a estruturação de bibliotecas, estimulando a doação de livros como forma de cristalizar o direito à educação e ao conhecimento e de concretizar uma efetiva integração social, assim como possibilitar um cumprimento mais digno das penas”, explicam.

Luciana Zaffalon destaca que o IDDD será responsável por difundir os objetivos da campanha e pela arrecadação dos livros doados, assim como pela seleção das obras, para depois encaminhá-las aos estabelecimentos prisionais. A distribuição será bimestral e pode ser acompanhada pelos doadores pelo site do IDDD, que disponibilizará as informações sobre as instituições atendidas, datas de entrega e os locais que receberam os livros.

Doação de livros

Os livros deverão ser encaminhados para a sede do IDDD, na Avenida Liberdade, 65, conjunto 1101 – São Paulo, SP.

As doações podem ser feitas a qualquer momento e a distribuição do material arrecadado acontecerá bimestralmente. Os livros podem ser jurídicos ou não. Mas a preferência é por livros se relacionem a temas lúdicos, bem como os dedicados às artes e didáticos.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail: iddd@iddd.org.br ou pelo telefone (11) 3107-1399


Fonte: Conjur

27 de novembro de 2008

Hakani



Documentário conta a história da indiazinha condenada à morte por sua gente e salva por missionários evangélicos.



O drama da pequena Hakani, indiazinha da etnia suruwahá condenada à morte por um rito tribal e salva por missionários evangélicos, bem que daria um filme. E deu – Hakani, documentário do diretor e produtor americano David L.Cunningham, tem emocionado as platéias desde que foi lançado, em Agosto.

O filme, com 36 minutos de duração, foi rodado numa reserva indígena de Rondônia com a participação de representantes de dez diferentes povos nativos e tem elevada carga de dramaticidade. O infanticídio, praticado por cerca de 20 etnias indígenas brasileiras, inclusive os suruwahá, é o pano de fundo da obra. Parte importante do documentário é o depoimento de vários índios condenando o sacrifício ritual de crianças com deficiências físicas ou doenças congênitas – caso de Hakani, que nasceu com hipotireodismo. A cena em que a criança é enterrada viva impressiona pela autenticidade – mas o espectador pode ficar tranqüilo, porque a terra que cobre o rosto da criança que interpreta Hakani é, na verdade, bolo de chocolate esfarelado.


O casal de missionários Edson e Márcia Suzuki, então, entram em cena. Ligado à agência Missionária Jovens com Uma Missão (Jocum), eles já desenvolviam há anos um trabalho de cunho social e lingüístico entre os suruwahá. A pedido da mãe de Hakani, eles retiraram a criança da aldeia, levando-a para tratamento médico em São Paulo. A menina recuperou-se, mas o preço que o casal pagou foi alto. Eles chegaram a ser processados pelo Ministério Público Federal, com o beneplácito da Funai, sob acusação de “crime contra a cultura indígena” (clique aqui para ler a matéria). O filme, que pode ser visto na íntegra na internet (www.hakani.org), tem sido usado como ferramenta por grupos que combatem práticas culturais que atentem contra a vida, como prevê um projeto de Lei que tramita no Congresso Nacional.


(Publicado originalmente na revista Cristianismo Hoje, n. 6)


Fonte: Blog dos Editores




+ Mais: O Infanticídio Indígena

+ Crédito da Imagem: Solomon

+ Assista o documentário.

20 de setembro de 2008

Um crente político ou um político crente?

Marcos Botelho do JV


Pode parecer que é só uma troca de ordem, mas não é, pelo menos não é o que quero dizer.

Uma coisa é alguém que tem vocação política e é, ou se tornou crente. Outra coisa é alguém que é crente ou até pastor e está se metendo a político.

Eu sei que, provavelmente, vou receber muitas pedras em forma de recados pelo que vou dizer aqui, mas prefiro votar em um bom político metido em qualquer outra religião, do que votar em um bom crente metido a político.

O fato de alguém ser crente não o legitima como um bom candidato a um cargo político. E o pior é que está em alta por aí o argumento furado de que por alguém ser pastor, missionário ou apóstolo, tem vantagem sobre os outros, pois será um ótimo futuro vereador ou prefeito. Será?

Não tem como olhar para a história e achar que um estado cristão possa ser benção para o nosso país. No papel até que seria uma boa idéia, mas estudando de Constantino até a Reforma, lembrando das cruzadas, dos Estados Unidos e suas guerras santas, da discriminação aos protestantes de um século para trás no Brasil e outros diversos exemplos, vemos que nós cristãos temos que garantir um estado laico. Não estou falando necessariamente de um político ateu ou algo parecido. Mas o homem ou mulher que for ocupar um cargo político tem que garantir o direito dos cidadãos independente da sua fé ou a do cidadão que ele esteja representando.

Por isso, quando vou ver um candidato, tento observar e priorizar dois pontos antes de atentar se ele é evangélico ou não:

Verifico primeiro se ele é um bom político e não um bom crente, pois não adianta o cara ter uma confissão de fé “boa” e ao verificar o que ele já fez, por onde passou e seu plano de mandato, e perceber que ele é um péssimo político.

Em segundo lugar, verifico se ele vai priorizar o cidadão e não a minha igreja, pois é muito fácil vermos candidatos pedindo voto, prometendo benefícios para a instituição que você faz parte. Mas temos que lembrar que quem vai pagar o salário dele não são apenas os crentes, mas também os de outros credos e que por isso ele precisa estar representando a todos.

Ai se por acaso você encontrar dois políticos iguais: com vocação no que faz, com um bom passado, e que está planejando em projetos escritos representar a todos os cidadãos e seus direitos, aí sim, escolha o que confessa a mesma fé que você. Mas não esqueça de dar um “Glória a Deus” e me avisar, pois dois políticos bons desse jeito na mesma cidade é como encontrar uma mosca branca!

9 de setembro de 2008

Consciente

VOTAR NULO CAUSA ANULAÇÃO DE ELEIÇÃO?

Não. O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que os votos nulos por manifestação apolítica dos eleitores (protesto) não acarretam a anulação de eleição.

TEM COMO ALGUÉM DESCOBRIR EM QUE CANDIDATO EU VOTEI?

Não! Ninguém tem como saber em que candidato você votou, a não ser que você espontaneamente revele o seu voto. Nem mesmo os juízes, mesários ou técnicos da Justiça Eleitoral têm como saber em que candidato o eleitor votou.

Essas e outras estão nos informativos do Projeto Eleitor Consciente, do Tribunal Superior Eleitoral.

26 de agosto de 2008

4 anos é muito tempo


A campanha publicitária da Justiça Eleitoral procura despertar nos eleitores a importância de se aproveitar a oportunidade e o momento do voto e de conhecer bem os candidatos. O eleitor leva poucos segundos para depositar seu voto na urna eletrônica, mas caso faça uma escolha inconsciente, as conseqüências vão se refletir pelos próximos quatro anos.

A Justiça Eleitoral pode utilizar 10 minutos diários da programação das emissoras de rádio e TV e apresentar as informações áudio e vídeo à população. A determinação está prevista no artigo 93 da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições). Os filmes e spots foram produzidos pela Fundação Padre Anchieta, que contou com a colaboração da agência de publicidade W/Brasil para a criação das peças.















http://tse.montana.inf.br/versoesAnteriores.html
http://tse.montana.inf.br/

21 de agosto de 2008

Voto é Fé

O GodTube enviou o e-mail. É possível assistir os pré-candidatos respondendo a cada uma das perguntas feitas por Rick Warren.

The Saddleback Civil Forum and the Faith Vote



History was made when presidential hopefuls Barack Obama and John McCain made their first joint appearance of the 2008 campaign at the first ever televised forum led by one of our nation’s leading pastors, Dr. Rick Warren of Saddleback Church.
If you missed this unprecedented event, not to worry — GodTube has partnered with the Saddleback Civil Forum to provide exclusive clips for our users to get you involved in the discussions. Watch these clips, rate them and share what you think about the candidates and where they stand on the issues that matter to you!


Question Posed to Both Candidates - Their Response
Q: Why do you want to be president? A: Obama McCain
Q: Does evil exist? A: Obama
McCain
Q: Define “marriage”. A: Obama
McCain
Q: What is your stance on abortion? A: Obama
McCain
Q: What is your stance on stem cell research? A: Obama
McCain
Q: What does being a Christian mean to you? A: Obama
McCain
Q: What do you think about religious persecution? A: Obama
McCain
Q: What is your stance on federal funding of faith-based organizations? A: Obama
McCain
Q: What do you consider your greatest moral failure to be? What is America’s? A: Obama
McCain
Q: Who are the three wisest people in your life? A: Obama
McCain
Q: Name one instance when you went against party loyalty. A: Obama
McCain
Q: Name one instance when you flip-flopped on an issue.
A: Obama
McCain
Q: What is the most gut-wrenching decision you’ve ever had to make? A: Obama
McCain
Q: Which existing Supreme Court Judge would you not have nominated? A: Obama
McCain
Q: What is your stance on merit-based pay for teachers? A: Obama
McCain
Q: Define “rich”. A: Obama
McCain
Q: What cause is worth our troops dying for? A: Obama
McCain
Q: Would you consider creating an emergency plan for orphans? A: Obama
McCain
Q:

What do you say to the people who oppose you answering these questions in a church?

A: Obama
McCain