1 de junho de 2008

Príncípe Caspian

O que mais me chamou a atenção, em todo o filme, foi a construção da esperança individual de cada personagem. Lúcia sempre foi a "protegida" e nós a vemos como "A Valente" de Nárnia. Suzana já não tem mais esperança, Ela está em Nárnia, mas Nárnia não está em seu coração. Edmundo, antes traidor, agora procura viver como JUSTO. Pedro começa com o ego inflado (por Nárnia), mas termina destemido e cheio de humildade (por Aslan).
Da metade do filme pra frente o coração aperta. O final da primeira batalha faz pensar e refletir bastante sobre o peso de nossas escolhas. O desenvolvimento da segunda batalha demonstra que nem sempre devemos recuar de nossas lutas pessoais. O final dá vontade de chorar (pois nem sempre temos sempre conosco aquilo que realmente é importante na vida).
(comentário de Sérgio no Orkut)

Ontem assisti o fantástico filme que eu vinha anunciando por aqui. Enquanto reúno as idéias pra dizer o que achei da película, recomendo alguns textos:

Blog dos Editores da Thomas Nelson

Lições Espirituais
de Príncipe Caspian

Comunidade no Orkut

http://www.cslewis.com.br/site/