1 de dezembro de 2007

AIDS e Sexo Seguro

Homem acende velas em volta do símbolo vermelho em reconhecimento ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, no Paquistão. (Foto: Reuters)

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Hoje é o Dia Mundial de Luta contra a Aids. Segundo a ONU, 2,5 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus da Aids em 2007. 25 milhões de pessoas já morreram desde a aparição da doença, em 1981. O texto abaixo pode parecer antiquado, mas soa muito verdadeiro quando o que recebemos hoje é apenas um alerta de que "quando você transa com alguém sem proteçao, você transa com todos os parceiros (desse alguem)".



Fico pensando então se a proteção ("
Olla" ou de qualquer outro fabricante) alcança toda a profundidade do relacionamento na união sexual (1 Co 6.18), uma vez que a sexualidade está na essência do nosso ser. A mensagem que a publicidade transmite é que o sexo é algo meramente físico e a solução é fazer sexo seguro: usar preservativo.

Dallas Willard ao discorrer sobre a disciplina da castidade, afirma que "a sexualidade é uma das forças mais poderosas e mais sutis da natureza humana, e o sofrimento ligado diretamente a ela é muito alto. Os abusos, dentro e fora do casamento, tornam imperativo aprender "como possuir nosso vaso em santificação e honra" ( Ts 4.4)" (O Espírito das Disciplinas, p. 194).


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"A AIDS não é o julgamento de Deus contra homossexuais e dependentes de drogas. Afinal, heterossexuais e gente que nunca tocou em drogas pega a doença. Esposas e filhos de homens infectados recebem o vírus. Deus não os protege. Na África e na Ásia, a AIDS atinge mais os heterossexuais, e inocentes sofrem junto com os culpados. Essa doença é o julgamento de Deus contra a sociedade -- gente que Deus permitiu que colhesse tempestades. A AIDS começou a invadir a igreja, representando também um julgamento sobre ela. Resulta do mesmo pecado -- não dar a Deus a honra que lhe é devida. A sociedade e a Igreja foram entregues à seqüência inevitável -- sexo contrário à natureza, seguido pelo "castigo merecido pela sua perversão" (Romanos 1:27).

Assim, na evolução do julgamento, em primeiro lugar vem a cegueira, depois a insanidade sexual ocasionada pelo orgulho. E essa insanidade é o verdadeiro julgamento. A AIDS não passa de um resultado, uma conseqüência do julgamento."

John White - O Eros Redimido - p.19
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