12 de julho de 2007

entre Bento XVI e o G-12

(....) "No fundo a lógica de Bento XVI é a mesma dos defensores do G-12. O que for necessário se fazer para ou evitar-se a evasão de membros ou fazer a igreja crescer numericamente, é lícito e válido, não importando a que preço ou qualquer outra consideração eclesiológica e missionária. É por isto que tanto Bento XVI como nossos anti-ecumênicos e praticantes do cripto-G-12 têm uma comum agenda ultra-conservadora, quase ou totalmente fundamentalista, e compartilham causas comuns tanto no nível da Igreja como da sociedade. E todos que ousam não se pautar por tal agenda são considerados inimigos que devem ser varridos, como no caso de Boff ou como no caso de nossa participação metodista no CONIC"(...)

http://metodistaecumenico.blogspot.com/2007/07/igreja-metodista-no-brasil-e.html



O Bispo Emérito da Igreja Metodista Paulo Ayres Mattos tece interessantes argumentos nesta carta contra a "adoção e desenvolvimento de qualquer prática eclesiástica que seja excludente." Fica uma questão: será que ele desautoriza todo e qualquer movimento e práticas atuais que se utilizam de grupos pequenos ou células no contexto de revitalização eclesiológica?