10 de janeiro de 2008

Cobiça e Contentamento

Passei a última semana de 2007 e a primeira de 2008 em Uberlândia, na minha primeira casa. Visitei familiares, encontrei-me com a igreja, e revi amigos. Somado a isso, outras circunstâncias têm me feito pensar muito sobre a questão: quanto dinheiro é suficiente para gerar satisfação pessoal? Vivemos debaixo da pressão de um sistema de idéias onde mede-se o sucesso em termos de influência e prosperidade material.

No contexto da dinheirama e dos jovens investidores, do desejo de comprar um carro novo, como evitar o amor ao dinheiro e os males decorrentes da busca das riquezas?

Hoje comecei a leitura de vários materiais de que disponho, ferramentas para combater a cobiça e gerar contentamento. Pela sua importância nesses dias, para mim e para muitos que lêem este blog, imersos nessa "sociedade do inextinguível descontentamento" postarei aqui alguns textos sobre no tema. Minha expectativa é que sirvam para trazer entendimento e vida para todos os que diariamente passam por aqui.

Para começar, um trecho de Warren Wiersbe citado no livro "True North", por Gary Inrig, Ministérios RBC:

O dinheiro é o "deus deste mundo" e outorga poder a milhões de pessoas para desfrutar a vida, vivendo com substitutos.
Com dinheiro podem comprar entretenimento, mas não podem comprar alegria.
Podem ir à farmácia e comprar pílulas para dormir, mas não podem comprar paz.
O dinheiro deles vai atrair uma porção de conhecidos, mas bem poucos amigos de verdade.
A riqueza lhes proporciona admiração e inveja, mas não amor. Compra os melhores serviços médicos, mas não pode comprar saúde.
Sim, é bom ter as coisas que o dinheiro pode comprar, desde que não percamos as coisas que o dinheiro não pode comprar. (Senho um Servo de Deus, p. 142)